Nos últimos dias tenho sentido imensa falta do T., preciso de estar junto dele, do seu carinho e de um abraço apertado.
Há dias em que precisava de poder adormecer abraçada a ele, e acordá-lo pela manhã, com carinho. Outros dias bastaria que pudesse vê-lo, falar-lhe e apenas partilhar com ele o meu dia.
A verdade é que só nos encontramos se e quando estão reunidas determinadas condições, e para mim o amor não tem hora marcada nem exige condições prévias.
Ele não me quer na vida dele e isso deixa-me triste, mas fico ainda mais triste pelo facto do T. não querer fazer parte da minha vida. A frase anterior poderá parecer incongruente mas para mim faz sentido.
Preciso de afecto, de me sentir querida e importante para ele. Estou cansada que se comporte, em minha casa, como visita de cerimónia (Posso acender a televisão? Posso ir à casa de banho? Posso abrir a janela?…).
Eu preciso que o T. faça parte da minha vida!
O T. é a única pessoa com quem partilho (ou alguma vez partilhei) a alma!
Novembro 27, 2006 ás 11:54 pm
Pois é! Pois é….Os T’s da nossa vida, q são a nossa vida, q nos fazem querer respirar só o ar q eles respiram,…., e parece q nunca percebem nada ou percebem e fingem q n percebem, ou é cómodo n perceberem,…., como nos fazem sofrer…..
Eu tenho um P. E é parecido…..
Bj.