Nos últimos dias tenho sentido imensa falta do T., preciso de estar junto dele, do seu carinho e de um abraço apertado.
Há dias em que precisava de poder adormecer abraçada a ele, e acordá-lo pela manhã, com carinho. Outros dias bastaria que pudesse vê-lo, falar-lhe e apenas partilhar com ele o meu dia.
A verdade é que só nos encontramos se e quando estão reunidas determinadas condições, e para mim o amor não tem hora marcada nem exige condições prévias.
Ele não me quer na vida dele e isso deixa-me triste, mas fico ainda mais triste pelo facto do T. não querer fazer parte da minha vida. A frase anterior poderá parecer incongruente mas para mim faz sentido.
Preciso de afecto, de me sentir querida e importante para ele. Estou cansada que se comporte, em minha casa, como visita de cerimónia (Posso acender a televisão? Posso ir à casa de banho? Posso abrir a janela?…).
Eu preciso que o T. faça parte da minha vida!
O T. é a única pessoa com quem partilho (ou alguma vez partilhei) a alma!
Porque me afasta ele?
Novembro 27, 2006TPM
Novembro 20, 2006Posso acreditar que sou eu que não sei lidar com sentimentos ou pode ser apenas o que uns chamam TPM, a verdade é que mesmo sem ter sucedido nada passível de alterar o meu estado de espírito, de alguns dias a esta parte, não tenho vontade de estar com o T..
Só consigo pensar que estou a fazer demasiadas concessões (porque quero) mas de vez em quando (se estou fragilizada com outras questões externas) preciso de alguma reciprocidade, mesmo que pequena, e qundo a reivindico recebo um NÃO por resposta.
Estes são os dias em que tenho de encontrar paciência onde existe impaciência, são os dias em que os meus problemas são pesados e ainda tenho de carregar com a incerteza desta relação. Hoje é um desses dias.
Preciso de exteriorizar as coisas que tenho ouvido e para as quais tenho de encontrar encaixe:
- Somos apenas amigos;
- Posso desaparecer sem deixar rasto;
- Não me envies mails;
- Não digas que me amas;
- Não te dou exclusividade;
- Não tens nada a haver com isso;
- Não quero estar contigo se o M. (o meu filho) estiver presente.
São exemplos da situação que estou a vivo há 3 meses.
Racionalmente, sei que só me mantenho nesta relação com a esperança de que algo mude, e porque conheço (ou julgo que conheço) a pessoa, e porque de facto sinto por ele um amor imensurável.
Tento compreender que a situação que vive é dificil (não vou revelar aqui porque não quero e acho que não devo expôr de nenhuma forma a vida de ouitra pessoa), e por esse facto procuro criar a menor pressão possivel.
Interrogo-me até quando a situação se manterá assim? Ou, até quando eu consigo aguentar este egoísmo?
No meu caso a idade (ou a soma de experiências de vida) deram-me maturidade, menor impulsividade mas também alguma intolerância. Mas em caso algum inflexibilidade, que é o que eu sinto no T.
16 de Novembro
Novembro 16, 2006Voltei a sentir felicidade ilimitada, paz de espírito, tranquilidade, serenidade. Voltei a sentir-me amada!
Estou ligada ao T. por tudo e por nada. Por tudo, porque me sinto ligada ao T. em todos os planos, mas por nada porque não sinto barreiras entre nós.
Para além de amor incondicional, também deposito nele confiança incondicional. É este conjunto de sentimentos que me proporciona os momentos mais felizes da minha existência.
Eu adoro o T., amo o T., quero ficar ao lado do T., quero continuar a partilhar os melhores momentos de felicidade com o T.!
Cada dia que passa o meu amor pelo T. aumenta, consolida-se. Mesmo no período menos bom que antecededeu esta fase, apesar das contradições, o sentimento cresceu dentro de mim.
Estas sensações são novas para mim, nunca as havia sentido com mais ninguém, algumas nem mesmo com o T. da primeira vez, o que me dá a certeza que ele é mesmo especial.
Mais uma vez guardo os pormenores para nós! Desta vez são os bons, ainda bem!
Turbilhão de emoções
Novembro 8, 2006Nas últimas três semanas ocorreram discussões, alterações, afastamento e reaproximação.
Não quero escrever, não quis escrever detalhes, porque sofri, sofri muito nos últimos dias (não só por esta relação – mas não aé assunto para aqui, talvez para o outro lado) .
Sei o que quero para mim, sei o que quero desta relação, mas nem sempre sei como lá chegar. Muitas vezes não consigo a frieza, a paciência necessária para ouvir certas coisas sem reagir.
Sofro quando estou com o T. e sofro quando estou sem ele.
Quero acreditar que o T. vai voltar a ser a pessoa que conheci há alguns anos, meigo, carinhoso, preocupado, imprevísivel, amoroso, delicado, educado, cordial, dedicado e apaixonado.
Quero muito conseguir ficar a seu lado nesta fase ultra complicada e espero começar e colher alguns frutos dentro de alguns meses, às vezes falta-me a coragem, por vezes não sei o que fazer, como agir ou se não agir.
Eu sei que este post está muito confuso, eu sei que os meus pensamentos também.
Só tenho a certeza que amo o T., que quero ficar para sempre ao seu lado. Peço forças para suportar as suas mudanças de humor, a sua incompreensão, a sua intolerância e inflexibilidade e o seu encerramento sobre si próprio.
Sei que o T. ainda sofre, ainda não arrumou as suas ideias, não rearranjou rotinas, ainda não tem o seu novo espaço onde se sinta em casa. Sei que sofreu um abalo enorme na estrutura da vida, emocional e realmente a todos os níveis.
Também sei que eu preciso de afecto, de atenção e de saber que sou querida e desejada. Preciso de saber se ele me quer ao seu lado, pelo menos isso! Por vezes preciso de ouvir, de sentir!
Alguns dias o T. sufoca-me, outros dias afasta-me, outros ainda magoa-me, e noutros dias adora-me!
Publicado por EmmaMP
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